O segmento de construção civil no Brasil está em alta, com obras a todo vapor voltadas  os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, além de obras para o Governo como: usinas hidrelétricas, rodovias e programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida. Esses megaeventos esportivos no país implicam não somente na construção de estádios, como também a necessidade de obras de infraestrutura urbana, como a ampliação viária, da infraestrutura de transportes, construção de hotéis, entre outros.
O programa Minha Casa, Minha Vida, que já havia contratado a execução de 2 milhões de unidades habitacionais desde seu lançamento em 2009, das quais 1 milhão já foram entregues, deve contratar mais 1,4 milhão até o final de 2014. E os eventos esportivos favorecem a construção, na medida em que geram produção, emprego e renda não só nas construtoras como em toda a cadeia produtiva do setor.

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A construção civil é o segmento industrial com maior número de acidentes de trabalho com mortes no país. Dados estatísticos mundiais apontam que os trabalhadores de construções têm três vezes mais probabilidades de sofrer acidentes mortais e duas vezes mais chances de sofrer ferimentos, sendo o mais comum deles ocasionado por queda de alturas. Mas essa situação de risco pode e precisa ser diminuída, basta o empresário de pequenos  negócios da construção se familiarizar com a legislação trabalhista e aplicá-la na prevenção de acidentes. Acidentes de trabalho além de acarretarem prejuízo ao trabalhador e à sua família, também trazem prejuízo à empresa e à sociedade como um todo.

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