120

Para o segmento de artesanato, o sucesso do Mundial foi mensurado principalmente pelas vendas durante o período e com a proximidade das Olímpiadas Rio 2016 crescem as expectativas de bons negócios. Entretanto, a fim de potencializar as vendas e aumentar a visibilidade, é interessante que os artesãos busquem novos canais de comercialização para seus trabalhos.

Entre as possibilidades, as lojas colaborativas podem se configurar como mais uma oportunidade crescente no mercado. Esse tipo de espaço é uma alternativa para que designers, estilistas, artesãos e outros profissionais criativos explorem seus trabalhos.

Mas o que é uma loja colaborativa?

As lojas colaborativas consistem em um modelo de negócio em que um estabelecimento comercializa trabalhos de diversas pessoas. Há diferentes formas de estabelecer negócios, podendo o fornecimento dos produtos ser por meio de consignação ou por locação de espaço.

Cada vez mais surgem lojas colaborativas que cobram apenas o aluguel de um box, local onde os produtos são expostos. O valor varia conforme o tamanho do box locado, estando incluso no custo alguns serviços, como o atendimento, a comercialização e a divulgação dos produtos.

Alguns estabelecimentos informam que cobram, além do aluguel, os impostos incididos sob os produtos, como o ICMS, e, se necessário, as taxas relacionadas aos meios de pagamento, como cartão de crédito.

As lojas colaborativas são uma alternativa para que profissionais divulguem e comercializem seus trabalhos, contribuindo para a formação de um público consumidor e consolidação da marca no mercado.

Saiba mais sobre Parceria do artesanato com os meios de hospedagem, acessando o boletim completo aqui:

http://www.sebraemercados.com.br/wp-content/uploads/2015/10/2014_04_24_BO_Fev_Artesanato_LojasColaborativas.pdf