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Plástico que parece madeira e plástico que parece metal são exemplos de soluções que estão ajudando a construir um futuro sustentável no País

O Programa Ambiental da ONU constatou que o plástico forma 90% do lixo flutuante dos oceanos.
Esse lixo de microplástico – partículas menores a que cinco milímetros – está depositado, em sua maior parte, no Oceano Pacífico e aumentou cem vezes nos últimos 40 anos, ameaçando alterar o ecossistema marinho.

O amontoado do Pacífico, que segundo alguns cientistas já se parece com uma ilha de lixo plástico sobre a qual se pode andar, se evidencia como elemento catalisador positivo da consciência empreendedora na medida em que estimula a pesquisa e o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o aproveitamento de resíduos como insumos na produção de produtos.

No caso da ilha do pacífico, um grupo de estudantes ingleses planeja a modificação genética de uma bactéria capaz de reconhecer o plástico, agregá-lo e fazê-lo boiar para que possa ser recolhido e reciclado. Outras iniciativas procuram recolher e reciclar o
plástico antes mesmo que alcancem as águas dos oceanos, a fim de eliminar um dos maiores problemas ambientais da atualidade.
No Brasil, uma campanha da Coca Cola busca arrecadar garrafas PET para a fabricação dos assentos do Estádio Nacional Mané Garrincha em Brasília, do Maracanã no Rio de Janeiro e do Mineirão em Belo Horizonte, que estão sendo reformulados para a Copa do Mundo FIFA 2014.

Mas além de cadeiras (600 mil somente para os estádios da Copa de 2014), para as quais se abrem as oportunidades de produtos sustentáveis,
existem novas alternativas de forte impacto na sustentabilidade do País.