O evento foi instituído com o propósito de fomentar o segmento e estimular a produção de pescados no Brasil e o desenvolvimento da cadeia de gastronomia asiática como um todo: produtores, fabricantes, fornecedores, atacadistas, lojistas, restaurantes e chefs

 

De acordo com os dados divulgados pela FAO, a produção mundial de espécies aquícolas em 2014 era de 170 milhões de toneladas/ano, correspondendo a 35% da produção de proteína animal no mundo. A exportação mundial dessa proteína alcançou a marca de 59,4 milhões de toneladas/ano, 66% da exportação mundial.

 

Pensar em um segmento mais eficiente sob os pontos de vista ambiental, econômico e social, aliado à produção em conformidade com os novos padrões de consumo mundial, é o futuro da criação de peixes no Brasil. Em razão desse cenário, observa-se a atenção redobrada de pesquisadores, de entidades representativas e do mercado em si quanto ao tema sustentabilidade da piscicultura, da aquicultura e da cadeia produtiva do pescado como um todo, visando garantir a continuidade da atividade, o atendimento à demanda e o estímulo ao consumo.

 

Outro fator importante a ser considerado é o atual cenário econômico e político do país, que, por si só, já impõe enormes desafios ao setor produtivo nacional. Ao reboque do cenário de incertezas, verifica-se a redução da quantidade de postos de trabalho e a retração do consumo e da geração de receitas aos diversos agentes de mercado.

 

Dessa forma, os especialistas de mercado projetam que os produtos de pescado de maior valor agregado, como o camarão, o filé de tilápia, o salmão chileno e o bacalhau, por exemplo, sejam parcialmente substituídos por pescados de preços mais competitivos à medida que o poder aquisitivo do consumidor também recua.

Veja mais análises sobre o mercado de pescado e a feria Japan and Asian Food Show em http://www.bis.sebrae.com.br/bis/download.zhtml?t=D&uid=503d42195895686e88db79eafc841b11

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