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O Fórum E-Commerce Brasil 2016, maior evento da América latina sobre e-commerce, chega em sua sétima edição.  Nos dias 26 e 27 de julho, São Paulo recebeu um numeroso time de especialistas.

A proporção do evento seguiu as tendências do mercado nacional, segundo o relatório mundial de varejo e-commerce – eMarketer (Vendas: 2013-2018), publicado em janeiro de 2015, o Brasil é o quinto país com maior potencial de crescimento das vendas online em todo o mundo.

Nestes dois dias de atividades técnicas e de negócios, cerca de 7 mil profissionais que atuam no mercado online tiveram a oportunidade de vivenciar e aprimorar seus conhecimentos com palestrantes que discutiram tendências, cenários e impactos dos negócios online. Neste fórum também foi divulgado os dados mais recentes da 3º Pesquisa do Varejo Online elaborada pelo Sebrae em parceria com o E-Commerce Brasil.

3ª Pesquisa Nacional do Varejo Online

O comércio virtual teve mudanças significativas em 2016, segundo a 3ª Pesquisa Nacional do Varejo Online feita pelo Sebrae em parceria com o E-Commerce Brasil. A pesquisa foi divulgada no dia 26 de julho durante o Fórum E-Commerce Brasil 2016. Foram 2.781 entrevistas sendo mais de 800 delas com empresas que têm e-commerce.

O objetivo desse levantamento sobre perfil das empresas, indicadores de gestão e da operação das lojas virtuais no Brasil é disseminar informações sobre o comércio eletrônico criando um panorama adequado para orientar os empreendedores a partir de estratégias que colaborem com a melhoria da gestão da empresa, organização das finanças, logística, entre outros fatores que ajudem o empresário a aumentar o seu faturamento.

Veja alguns resultados:

Dos participantes, 53% são de e-commerce puro e 47% e-commerce misto (loja física + loja online).

Dos 53% de e-commerce puro, 84% são enquadrados como MEIs (Microempreendedores Individuais).

71% são MPEs (Micro e Pequenas Empresas) quando levado em consideração os que atuam no e-commerce e também possuem loja física.

90% são pequenos negócios, quando levado em consideração os que atuam somente no comercio eletrônico, ou seja, não tem loja física.

Lojas online são novas, existem, em média, há quatro anos.

Comparado com os anos anteriores, a concentração das sedes de e-commerce no sudeste e sul diminuíram, mas ainda representam 76% das sedes.

Principais dificuldades na rotina de gestão do e-commerce: tributação, logística e marketing.

Taxa de conversão continua 1,5%, a mesma do ano anterior.

O abandono de carrinho caiu de 38% para 34%.

O whatsapp tem crescido a cada ano como um canal de venda (18% em 2014, 34% em 2015 e 49% em 2016).

A principal dificuldade das empresas que atuam no varejo online passou a ser tributação, que em 2015 estava em 3º lugar, seguido de logística e marketing, que ocupam a segunda e terceira colocação – respectivamente – no ano anterior.

Além dos auditórios de Vendas, Gestão e Tecnologia, o Fórum ainda ofereceu uma série de atividades extras como Experience Lounges, Startups DemoDays, exposição da expedição: O Melhor Vendedor do Brasil, E-Commerce Brasil PUB, a seção “Fale com o palestrante”e os workshops de Design Thinking. Diversos profissionais estiveram presentes para contar sobre as experiências vividas com esse mercado, tirar dúvidas dos varejistas e orientar sobre as soluções adequadas para cada negócio.

Dentre os conteúdos estratégicos foram contempladas diversas áreas de interesse para o comércio com a plataforma online: experiência do cliente, marketing, estratégias de conversões de vendas, atendimento ao cliente, tecnologias omnichannel e integrações, gestão, logística, móveis, de dados grandes, inteligência de negócios, gestão de pessoas, inteligência artificial e arquitetura de informações, SEO, busca, mídia programática.