A relação existente entre Internet e Economia Criativa fica clara, segundo diagnóstico feito pelo John Howkins – consultor britânico especializado em Economia Criativa. Ele afirma que a imaginação humana é a maior fonte de criatividade. A internet virou o melhor meio de se vender esta criatividade, como textos on-line, livros, músicas, filmes e televisão. A economia criativa está distribuída em 13 áreas. São elas: arquitetura, publicidade, design, artes e antiguidades, artesanato, moda, cinema e vídeo, televisão, editoração e publicações, artes cênicas, rádio, softwares de lazer e música.

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A internet tornou-se um aliado imprescindível de empresas que atuam com economia criativa e permite um modelo de negócio novo, que poupa o tempo do planejamento estratégico.

Os pequenos negócios de economia criativa ganham vantagem pela sua flexibilidade em se adequar as novas tendências. As oportunidades com internet existem, dessa forma, esse é o momento de colocar as boas ideias para o mercado.

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